Multiartista, educadora corporal e produtora cultural
corpo como território de criação, VÍNCULO E TRANSFORMAÇÃO
dançar para existir
Investigo o corpo como território de criação, aprendizado e vínculo através de projetos que transitam pela dança, escrita, circo, performance e audiovisual.
Atuo como artista, educadora e produtora cultural, com projeto no sul do Brasil e Argentina.
projetos
Cada projeto meu tem um coração diferente, mas todos pulsando do mesmo lugar: o corpo em movimento.
São espaços onde arte, ciclo, infância, dança e educação se encontram, criando caminhos de cura, alegria, presença e transformação. Explore, sinta, escolha onde o teu corpo quer entrar.
rubra fluidez
Rubra: Arte e Educação Menstrual nasce em 2017 na cidade de Santa Maria com o intuito promover a conscientização sobre a menstrução e combater os estigmas que a cercam de maneira poética, política e didática através da arte. Atuando em escolas, espaços culturais e projetos sociais, o projeto oferece oficinas de dança, circo e educação menstrual; cine-debates e ações formativas voltadas para meninas, adolescentes e educadores em contextos de vulnerabilidade. Ao articular arte, saúde e direitos, Rubra Fluidez amplia o acesso a informações sobre o corpo, fortalece a autonomia menstrual e contribui para a construção de uma cultura de dignidade e escuta, tornando-se uma importante referência no cenário da arte menstrual na América Latina.
eu não preciso de um mantra, eu preciso quebrar as janelas dessa casa
O mais recente trabalho de Camila Matzenauer, com direção de Roberta Fofonka, reúne temas recorrentes em sua trajetória criativa, propondo reflexões sobre o espaço doméstico, o silenciamento e a raiva das mulheres. Tendo como base textos autorais, a obra investiga as relações entre dança e escrita por meio de um trabalho autoficcional, atravessado pelo reencontro da artista com sua cidade natal após mais de sete anos sem se apresentar na região. A estreia está prevista para agosto de 2026, em Herval d’Oeste (SC).
Ocho kilos de piedra
Entre paisagens externas e territórios íntimos, este espetáculo investiga os encontros entre corpo, memória e linguagem. Percorrendo os caminhos da água, do vento e das vozes que habitam as pedras, a performance constrói uma narrativa sensível feita de vestígios, falhas, conversas e imagens, revelando a beleza presente nos deslocamentos, nas imperfeições e nas experiências que atravessam o corpo.
que exploram a sensibilidade, a memória e os diálogos entre arte, corpo e território.
pesquisadora
artista e
Desenvolvo obras, projetos e pesquisas







